terça-feira, 6 de outubro de 2015

Dia de Beauté - O Livro


Depois de muito tempo na expectativa, babando a cada foto que a Vic postava no instagram sobre o livro, finalmente ele foi lançado e temos não só a oportunidade de folhear, mas de ter essas folhas cheias de lindeza e dicas incríveis de maquiagem na estante e em mãos. Eu me apeguei de jeito e nem na estante fica, ele já está na cabeceira da cama, ou repousando na escrivaninha para sempre que eu precisar reler algo ou simplesmente admirar a produção incrível de roupas e composição maravilhosa, com cores pasteis do jeito que eu gosto; sem falar nos looks incríveis que a Vic criou (que, por falar nisso, já estão no meu moodboard, viu!).

 Sem aguentar de ansiedade, no sábado (26/09), fui ao Shopping Iguatemi só para comprar o livro, que era o único lugar que eu sabia que estava vendendo naquele momento, com certeza (lógico, depois de ter visto o snap da Vic hehe). Tirei várias fotos e depois na terça (29/09) voltei para pegar meu autógrafo. Ai, que emoção. Já quero agradecer do fundo do meu coração à minha mãe e à minha madrinha, que foram mais cedo para guardar lugar na fila para mim, já que eu faço faculdade e saíria bem em cima da hora! Então, obrigada! Se não fosse por elas, teria tido um ataque de nervosismo antes mesmo de chegar a minha vez! E bom, claro que com tanta gente linda em um lugar lindo (ai, como eu amo livrarias) e um evento com uma energia tão boa, claro que tirei mais algumas fotos, né!








E é isso, gente! Vic, se você estiver lendo isso, eu desejo tudo de bom pra você! Eu fiquei do começo ao (quase) final do evento, e você sorriu em todas fotos, foi simpática e muito humilde! Isso é de se admirar, de verdade. Você é um exemplo, principalmente para garotas jovens dessa geração (como eu! yay Sim, por enquanto ainda sou jovem hahah), de uma mulher forte que concilia trabalho e lazer, que vai atrás do seus objetivos, tudo isso de salto alto e Ruby Woo! Fico muito feliz de fazer parte dessa jornada (mesmo que de maneira mínima), e que venham mais livros! (Que tal um sobre viagens? Fica a dica! Já to sonhando aqui! Me chama pra ser sua estágiaria? hahah Ta, parei.)

Xoxo,
Gossip Girl
Rogue
Yasmin.

Para uma melhor qualidade e mais fotos: https://www.flickr.com/photos/yasminmr



quinta-feira, 23 de julho de 2015

Like a rollercoaster... up and down

So the past few months have been filled with great moments. I have learnt so much that I am just afraid that suddenly I will forget about all those incredible things I manage to do. I don't like talking about my personal life, but somehow I wanna share. Less about what has happened and more about how I feel about it. They say "Do what you love and you'll never have to work again". I don't know what to think about that quote... that's something that I have read on the internet and social media in general for a long time, and maybe that changed my perspective of what work actually means. I used to believe in that line intensively, thinking how cool it would be to do something that looks like a play, and how easy life would be. But back then I was young and naive... Now I am still young (even though I don't feel that way. I already lost so much time with so much crap; the world is huge and I am nothing compared to the universe - that kind of feel) and a bit too stressed to my taste. Maybe the world conspires against me, or maybe it doesn't and I am the one conspiring against myself, but I feel like people can need me once so they can make me feel useless when I don't reach their expectations. What I am trying to say with all this is that, I am finally doing something that I have always wanted to do, but somehow that is pulling all the good energies away from me. I am tired, my head aches, and still, if someone asks me to do it again, I would. I don't know why, maybe it's because I wanna love so badly my "job" that I will keep trying. Maybe it's my fault, maybe it's someone else's. (I like to think it is not me, but you never know... anyway, gotta keep my self esteem up). My thoughts lately are that doing what you love it makes things harder, in a good way, but still harder. You will have to work because you love what you do, so the need to do something not just good, but great, is higher. Everything gets an er and a more, because you want to make sure it is good enough, that you're good enough. The process is heavier on your back, but once you stand up straight, the denouement is way more beautiful.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Paper Towns movie trailer, come watch with meeeee

 Finally the moment we have all been waiting for...
 The trailer of Paper Towns is out! Go watch!



I wasn't buying Cara Delevingne as Margo when the casting news was release, but I trusted John when he said she was the perfect choice. Well, I still had my doubts, but now, watching the trailer... is not bad at all! Can't wait to watch! Loved the book and will love the movie.

Your thoughts??

domingo, 15 de março de 2015

Sunday Review: Laggies (2014)


Eu pensei em fazer uma resenha tradicional, porém enquanto passava as palavras do papel para a tela do computador, tudo pareceu chato demais, apenas um resumo enorme do filme inteiro com as minhas palavras. Então resolvi fazer algo diferente do que tinha planejado. Aqui vão comentários sobre alguns aspectos do filme. Espero que gostem!

O filme:
 Laggies. Ou no título em português br, Encalhados. Dirigido por Lynn Shelton, e roteiro de Andrea Seigel.
Destaque para a diretora que é mulher, pois precisamos de mais figuras femininas na indústria do cinema (e tv)! 
 Lynn Shelton (eu não sabia até pesquisar ela no IMDb) dirigiu episódios de New Girl e The Mindy Project, e outros filmes como Your Sister’s Sister.

A historia:
Descrito pelo IMDb:
Sofrendo uma crise de seus quase 30 anos, Megan entra em pânico quando seu namorado a pede em casamento, então aproveita uma oportunidade de ficar fora por uma semana e se esconde na casa de sua nova amiga Annika, de 16 anos, que vive com o pai solteiro.” (Tradução livre)

Os personagens:
Megan, personagem principal representado pela querida Keira Knightley, é uma adulta já formada na faculdade mas que não faz ideia do que fazer na vida. Trabalha com o pai, e namora com seu amor do Ensino Médio; suas melhores amigas, também as mesmas do colégio. Ela se vê em uma posição diferente das amigas; sem um emprego fixo, sem uma direção no que está por vir. Ela é uma adulta confusa, difícil de não se simpatizar logo nos primeiros minutos quando a vemos dançando com fones de ouvido enquanto segura placas como ganha pão.

Annika. Oh Annika! Chloe Moretz foi a escolha perfeita para interpreta-la. Fico feliz em vê-la fazendo um papel de uma adolescente normal, que:
1. Não esteja matando vilões.
2. Não esteja morrendo.
3. Não tenha poderes sobrenaturais.
4. Não tenha nenhum atributo fora do padrão comum. Em geral. 
 É com um papel desses que temos um vislumbre da Chloe do mundo real, uma simples adolescente com problemas de adolescente. Annika é exatamente isso, a imagem certeira e resumida do que seria uma adolescente nos dias atuais. Ela possui mais de um celular para esconder informações do pai, ingere álcool, mente para o pai dizendo que vai ao cinema quando na verdade está indo para alguma festa de algum amigo da escola, gasta o tempo fazendo simplesmente nada considerado útil, apenas por prazer pessoal. Diversão. O que eu mais gostei como a personagem foi abordada no filme é que, apesar de ela fazer todas essas coisas consideradas ruins, ela é uma filha boa. Uma pessoa boa. Ela sabe os seus limites. Os adolescentes em Laggies mentem, bebem, vão a festas, matam aula, mas não é por isso que eles irão se tornar uma versão recente de Evie Zamora (por favor, digam-me que vocês assistiram Thirteen).
 Annika se importa com o pai, e também quer dar uma chance a mãe que a abondara anos atrás. Ela é uma imagem da juventude matura. E eu entendo porque que a senhorita Moretz concordou com essa personagem.

Misty. Preciso falar de Misty porque mesmo ela tendo um papel secundário e pequeno, ela nos cativa nos poucos momentos em que aparece em cena. Misty é a melhor amiga de Annika, e é interpretada por Kaitlyn Dever (já assistiu Homens, Mulheres e filhos? Deve reconhecê-la então). Misty tem uma atitude que te atinge a metros de distância, uma personalidade incrível e um ótimo senso de estilo (destaque para sua única cena solo em que aprece na porta da casa de Meg nos minutos finais da historia). Com certeza me deixou com vontade de tê-la como amiga. 

Eu poderia continuar com os personagens. Ainda tem as amigas de Megan (chatas), o pai de Annika e seus outros amigos, o namorado/noivo de Meg… Relaxa, que eu vou parar por aqui.


O significado da história:
 Megan é uma adulta presa à promessas feitas na adolescência. Sinto que o filme quer nos contar que para sempre não é eterno e que isso não é necessariamente ruim. (sinais disso é o divorcio dos pais de um dos amigos de Annika e o abandono da mãe da mesma) Em certas circunstancias é melhor deixar as pessoas partirem do que deixa-las consumirem a sua felicidade e quem você deveria estar se tornando, como acontecia com Meg; seu passado (suas amigas e namorado) sempre a puxavam para trás, quando ela deveria estar andando adiante. Laggies foi como um grito (na verdade, um aviso amigável) que dizia “Ei, aproveite a adolescência porque é o único momento que você terá a chance de ser confuso e imprudente, mas não se prenda à ela! Aproveite o máximo e quando for preciso, deixe-a ir.” Basicamente um ‘não deixe de fazer amanhã o que você pode fazer hoje’. O pai de Meg tem uma fala que representa bem o filme. Ele diz algo como: As pessoas envelhecem e se distanciam.

Pontos negativos (SPOILER ALERT):
 Tenho que relatar um aspecto do filme que não me agradou. Não deixou o filme pior nem nada disso, mas gostaria de compartilha-lo. 
Meg finalmente decide, ela não quer mais fazer parte do grupo de amigos do Ensino Médio; isso inclui seu namorado/noivo. Ela, por fim, decide deixá-los. Tudo isso acontece porque ela se apaixona pelo pai de Annika (que eu nem lembro o nome no momento). Sim, ela já estava infeliz a muito tempo, e foi por esse motivo que resolve partir por uma semana, para ficar longe de tudo e de todos, e acontece que o que deveria ser uma semana de seminário em não sei qual cidade, acaba sendo uma semana na casa de sua nova amiga adolescente. Até aí, acho divertido, até porque Annika e seus amigos gostam de Megan e o sentimento é recíproco. Mas aí o cara começa a ter sentimentos por ela, eles se apaixonam e Megan finalmente leva em consideração abandonar o seus chamados amigos, mas que agora não passam de desconhecidos.
 O que eu sinto é o seguinte, se o pai de Annika nunca tivesse demonstrado interesse por Meg, ela ignoraria o possível sentimento que estaria crescendo dentro dela por esse homem que até uma semana atras ela não conhecia. E provavelmente voltaria para Anthony e se casaria com ele. O que aconteceria depois, no casamento, ou quando eles voltassem de Las Vegas não interessa, essa já é outra historia. O que estou dizendo é, gostaria que ela tivesse enfrentado suas escolhas e agido por escolha própria, e não por incentivo de um homem pelo qual se apaixonou (mesmo que o incentivo tenha sido indireto). Eu queria que ela tivesse encontrado a felicidade nela mesmo, não em apenas outros braços para se depender. 
 Não estou pedindo pra que ela arranjasse um emprego no últimos minutos do filme (seria muito bizarro se isso acontecesse), mas que pelo menos demonstrasse uma aspiração a algo. Se isso acontecesse, aí eu não acharia problema nenhum ela acabar com o pai de Annika. É pedir muito que a personagem encontre felicidade não só no amor, mas na vida em geral? 

Conclusão:
É um filme gostoso de assistir, te faz pensar no futuro mas não tanto a ponto de te deixar em crises. Com personagens divertidos e irritantes (precisamos desse tipo, certo? Nem todo mundo deve ser legal),  Laggies te concede um sotaque americano de Keira Knightley (que sempre vai ter a aparência mais britânica possível), performance incrível de Chloe Moretz (por mais simples que seu papel seja - talvez por isso seja tão bom), bailes escolares no começo e fim do filme. Laggies é leve e clichê, porém combinando com um ótimo elenco, personagens encantadores e um enredo fácil de se identificar, ele proporciona uma boa diversão para passar o tempo com pipoca e amigos.


Laggies é aprovado no Teste de Bechdel (The Bechdel Test)

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

A similarity between Taylor Swift and True Detective... what?



Before you question any further I will just say: Multiple exposures. What?! In short answer, in photography, double exposure is when you merge two images in one. Multiple exposure happens when there are more than two pictures.
For example, take a photo of a tree and a silhouette of a girl, and boom! You have this beautiful artwork.

This piece was shot by the talented Sara K. Byrne (go check her out!).

This is one of my favourite gears in photography, honestly. So today, when Taylor Swift debuted her music video for the new single Styles, I got even more excited when I got to see many multiple exposures. I was very happy about that. (We had the opportunity to see a few sneak peaks that Taylor gave us, but watch the final results is another story, and a very good one).



But also as a TV Series enthusiastic, I couldn't not remember about one of the best series of 2014. Do you know what I am talking about?
It was nominated for four Golden Globes.
It is about two detectives and a serial killer.
Do you know now? No? Not a clue?
Well, Matthew McConaughey and Woody Harrelson star in it.

If you still can't figure it out what I am saying then there is a problem and it needs to be fixed. Go watch True Detective now!
And if you knew what I was talking about since the beginning then group hug! Because there's just a lot of emotions going on.

OK! Back to real life and to the reason that I started talking about True Detective and what does it have to do with Taylor Swift. Well, in the opening of the series, there's also multiple exposures. They are incredibly distinctive from each other, of course, and I am not asking otherwise. But both have multiple exposures and music, and I couldn't get pass that.



See what I'm saying?




sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Sacal S.A.



Eu poderia passar horas e páginas reclamando de tudo ao meu redor. Das pessoas que esbarram em mim, das ruas esburacadas, dos motoristas individualistas, das pessoas que não calam a boca, de pais irresponsáveis e crianças crescendo antes do que deveriam. É fácil reclamar. Eu poderia fazer todos os erros já um dia cometidos e culpar um outro alguém. É mais fácil fingir, jogar o peso nas costas do outro. Eu poderia dizer todas as vezes que você esteve errado. É claro que lembrarei porque naquelas ocasiões eu estava certa. Ou achava que estava. Todos aqueles momentos. É mais fácil enganar-se. Enganar-me. Eu poderia passar horas falando dos problemas, mas tentaria dar alguma solução. Pelo menos uma. Dizer como você é irritante; lembrarei também de que você já me fez sorrir. Eu poderia falar em como a cidade é totalmente poluída e em como tem dias tão secos que fica difdifícil respirar, nos litros de água que descem por minha garganta e no colírio na minha bolsa. Mas continuarei, direi que a cidade é linda à noite; mesmo sendo péssimo para o planeta, é ótimo para a visão. Nas árvores perdidas nos concretos. Falarei das pessoas mal educadas no metrô, mas também das pessoas gentis na rua que compartilharam o guarda-chuva comigo e alguém. Eu poderia passar páginas e páginas, parágrafos e parágrafos desprezando, reclamando e criticando tudo ao meu redor. Claro, é mais fácil, não é?

-YMR-

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Ponteiros refletidos

Sentada sobre o parapeito da janela, uma xícara de chá quente esquentando meus dedos, cansada e sem sono demais para o usual café. O calor tinha finalmente dado trégua, dando lugar a uma noite fria mas com o ar ainda árido; não chovia há mais de uma mês.  Penso em como tudo mudou tanto em tão pouco tempo e ao mesmo tempo continua o mesmo. É exatamente como a vida, você está sempre mudando, mas no final das contas você continua sendo a pessoa com a mesmas manias e frescuras chatas, algumas ficando mais irritantes ainda, outras nem tanto. A questão é, no final a essência é a mesma. O ano já esta acabando e eu não cumpri metade das coisas que eu planejava; mas a lista é enorme, então eu me sinto pelo menos um pouco orgulhosa de mim mesma. Listas… listas e mais listas… Lembro de umas das minha primeiras que eu fiz ainda criança, e o primeiro item era "Cumprir todos os itens dessa lista", creio que eu não cumpri esse tópico, portanto eu não cumpri muitos outros, a culpa como sempre, é de nós mesmos. Pensando aqui comigo, vivemos nossa vida tão automaticamente que acabamos não dando valor à maioria das coisas do nosso dia-a-dia. Listas deveriam ser um lembrete do que fazer, de nossas ambições, e de que temos um propósito para viver. Deveriam ser um lembrete de que devemos aproveitar o tempo que temos. No final das contas não acaba sendo nada disso, o que acaba acontecendo é que ficamos tão agitados em concluir os itens, que esquecemos o propósito de tal coisa. Ou então acabamos largando tudo, esquecendo nossas aspirações e jogando fora o tempo por coisas inúteis. Coisas que acabamos fazendo sempre, todo dia; e é aí que nasce a rotina. Sinto que todo dia tento encontrar um tempo livre onde não existe, o dia possui 24 horas, não dá para você simplesmente atrasar o relógio e dizer que terás mais algumas horas extras. Pensando bem, é bem possível, pois nesse século que estamos o homem depende do relógio, mas nesse caso não seria uma coisa muito boa, você estaria sempre atrasado em relação  ao universo; pois você pode sabotar o homem e a ignorância do mesmo em relação ao tempo, mas não pode sabotar a orbe. Tomo mais um gole da minha xícara, o chá não tão mais quente por conta do vento gelado. O telefone está tocando, dessa vez eu resolvo não atender. Estou cansada, de tudo e de todos, e isso inclui a mim mesma. Já é noite e eu deveria estar dormindo, mas a sensação de não ter feito muita coisa hoje é frustrante demais para eu conseguir cair no sono. E é nesses momentos que, as vezes, eu encontro tempo para pensar; resolvo passar um tempo sozinha fazendo nada, só pensando, dando um tempo para apreciar a vida, porque nesse mundo onde vivemos tão desesperadamente devemos sempre, de vez em quando, parar, desacelerar, apreciar a vida, as pessoas, as mudanças, as tristezas, os sorrisos, o vento gelado, a cama quentinha, o miado do seu gato, a risada daqueles que você ama. A vida. A vista. O ritmo do seu coração avisando para aproveitar o que tens enquanto ele continua a bombear sangue para o seu corpo.

Olho para o relógio, daqueles estilo de bolso. Meu pai me deu em um aniversário, disse que era de família; o pai dele, meu vô, deu de presente quando ele tinha a mesma idade que eu na época, dizendo "O tempo é precioso. meu filho. Acredite no seu velho aqui, você só dará importância a ele quando você der conta de que o seu, esta acabando." E meu pai me entregou completando "Isso é um lembrete. Um lembrete do tempo, sobre o tempo, para o tempo. Se você não entendeu nada, um dia eu sei que entenderá, como eu entendo agora."


Meia-noite. Esse é o horário. Puxo o pino e giro, voltando uma hora. Bom, para tudo tem as suas exceções.


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Esse texto foi escrito por mim e já postado anteriormente em um dos meus antigos blogs. Resolvi postar novamente, achei que seria uma boa.